Templários

Precursores da Maçonaria e de outras sociedades secretas, os Templários fizeram parte de uma ordem religiosa na Idade Média.
Acusados de bruxaria e culto ao demônio, os Cavaleiros da Ordem do Templo - a mais rica e influente comunidade religiosa da Idade Média - foram horrivelmente torturados, morrendo em prisões e nas fogueiras da Inquisição...

A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim "Pauperes commilitones Christi Templique Solomonici"), vulgarmente conhecida como Ordem dos Templários ou Ordem do Templo foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria. A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, originou-se na época das cruzadas com o intuito auxiliar os guerreiros que partiam para a Terra Santa. Tornaram-se os precursores do sistema bancário dos dias atuais - esqueça o "Pobres" do nome completo da Ordem - ao permitirem saques e depósitos de bens, bem como empréstimos a juros para a nobreza e o clero - apesar da prática ser condenada pela Igreja da época.


Foi instituída em 1119 por Hughes de Payns, com a anuência papal de Urbano II, tendo como objetivo dar segurança aos lugares e templos sagrados de Jerusalém, que havia sido conquistada em 1099 pela primeira cruzada.


Em 1127, o Rei de Jerusalém, Balduíno II, pediu ao Papa, sanção papal para a nova Ordem dos Templários, e solicitou-lhe para definir a regra para a vida e conduta de seus membros.
Regras e normas foram dadas e a Ordem dos Cavaleiros Templários passou a ser mais do que uma instituição militar, passou a ser uma ordem de Monges Guerreiros de Cristo.

Votos de castidade, benção de armas e promessas de descanso eterno, caso morressem na batalha, eram algumas das indulgências concedidas aos cavaleiros de Cristo. Nesses cavaleiros estava incutida a idéia de que matar em nome de Deus era justificável e de que morrer por Ele, santificável.
Os Católicos Medievais tiveram sua Jihad, matando e guerreando de maneira fanática e sem critérios cristãos, visando atingir objetivos de papas e reis. Parece que o Papa, para poder atingir mais facilmente seus ideais, usou a mesma filosofia islâmica da Jihad ou guerra santa, mas com uma roupagem ideológica cristã.

O abade de Clairvaux, apoiado pelo papa, desfilou um discurso acalorado em favor dos Cavaleiros Templários dando-lhes autoridade para matar em nome de Deus:
"Na verdade, os cavaleiros de Cristo travam as batalhas para seu Senhor com segurança, sem temor de ter pecado ao matar o inimigo, nem temendo o perigo da própria morte, visto que causando a morte, ou morrendo quando em nome de Cristo, nada praticam de criminoso, sendo antes merecedores de gloriosa recompensa... aquele que em verdade, provoca livremente a morte de seu inimigo como um ato de vingança mais prontamente encontra consolo em sua condição de soldado de Cristo. O soldado de Cristo mata com segurança e morre com mais segurança ainda... Não é sem razão que ele empunha a espada! É um instrumento de Deus para o castigo dos malfeitores... Na verdade, quando mata um malfeitor, isso não é homicídio... e ele é considerado um carrasco legal de Cristo contra os malfeitores".

Pouco tempo depois, no Concílio de Toeis, foram redigidos os estatutos dos templários, imitando a ordem de São Benedito, porém os cavalheiros eram de precária religiosidade, quebrando em pouco tempo todos os votos, incluindo os de pobreza e castidade, tendo como alegação a riqueza e o harém de Salomão. Um grande número de burgueses se alistou na ordem, e a religiosidade acabou cedendo lugar ao orgulho, avidez, luxúria, mas sem jamais deixar de defender o papado que lhes deu total liberdade.
Foi no início do século XIV que, com a liderança de Jacques de Molay a Ordem entrou num período de acusações e decadência, culminando com sua extinção. Isso porque, independente do país onde estavam instituídos, os Templários somente reconheciam a autoridade do Papa. Consequentemente, os reis de diversos países em que os Templários habitavam consideravam a ordem com antipatia e desdém. Em 1307, o rei francês Filipe, o Belo, colocou seus olhos no tremendo poder político e nas riquezas dos Cavaleiros Templários franceses. Portanto, ele decidiu planejar como derrubar a ordem e confiscar suas riquezas. O rei infiltrou doze de seus homens em diversos comandos dos Templários, esses espiões serviram bem ao rei em seu plano de destruir os Cavaleiros Templários. Quando o rei atacou na alvorada do dia 13 de outubro de 1307, ele estava bem preparado com uma lista de crimes dos quais os Templários seriam acusados. Estas foram algumas das acusações: Heresia contra a Igreja Católica Romana; adoração a objetos satânicos;rejeição de Jesus Cristo, exemplificada por rituais onde se cuspia e pisava-se na cruz; homossexualidade...As lendas envolvendo a ordem trazem outras histórias. Eles teriam estabelecido acampamento nas prováveis ruínas do Templo do Rei Salomão, com intenção de procurar o Santo Graal, e durante meses ou anos escavaram as tais ruínas. Localizaram algo de grande importância espiritual e cientifica. Diz-se que nada se compara a essa descoberta até hoje, uns dizem que foi o Santo Graal, outros que foram inscrições babilônicas que desvendam o mistério da criação, do divino e da alma.

A chamadas "seitas secretas" dos dias atuais possuem alguma linha que insinua descendência templária. Comenta-se que a maçonaria guarda um segredo a sete chaves, que nem mesmo a maioria dos maçons teria conhecimento. Comparando com os templários da antiguidade, é sabido, por exemplo, que nenhum cavaleiro podia divulgar o que se passava nas em suas casas, mistérios que também são perpetuados hoje em diversas seitas.
Algumas fontes afirmam o seguinte:
"O símbolo do Baphomet foi usado pelos Cavaleiros Templários para representar Satanás.
O Baphomet representa os poderes das trevas combinados com a fertilidade do bode. Em sua forma 'pura', o pentáculo é mostrado envolvendo a figura de um homem nos cinco pontos da estrela - três pontas para cima e duas pontas para baixo, simbolizando a natureza espiritual do homem."
Mesmo sem ignorar a perseguição política e os interesses comerciais do Rei Filipe, todas as conjecturas apontam para um desvio profundo da primordial vocação ideológica e religiosa que tinham os Templários. Agora eles haviam se tornados esotéricos e defendiam um sistema de doutrina religiosa bizarra, uma mistura de esoterismo, cabala, cristianismo, judaísmo, islamismo... Enfim, em uma salada bem confusa se tornaria a Ordem dos Templários que chegaria, oficialmente, ao seu fim com a sua extinção pelo papa Clemente V em 1313.

"É provável que a Ordem dos Templários tenha funcionado por algum período na clandestinidade, com seus membros reunindo-se secretamente... Uma das causas de sua subsistência talvez tenha sido a manutenção de atividades secretas, hipótese levantada por alguns historiadores... Não seria surpreendente constatar-se o funcionamento de ordens esotéricas com raízes no movimento dos Templários. Independente de como isso se deu, o fato é que existem algumas organizações que se consideram descendentes diretas da Ordem dos Templários de Jerusalém... Entre essas organizações está a maçonaria... Contudo, nem todos os maçons são Templários. O Templário é apenas uma parte da estrutura maçônica conhecida...

Alguns historiadores acreditam que os Cavaleiros Templários escaparam das perseguições do rei Filipe IV de França e do Papa Clemente V, fugindo para a Escócia e para a Inglaterra, e renomeando o grupo para Maçonaria. A fundação da Grande Loja Maçônica, em 1717, seria o restabelecimento dos Templários.

Há várias Ordens no mundo que se dizem Templárias ou legítimas representantes dos Templários. Mas, a bula papal Vox in Excelso jamais foi revogada. E, como os Templários foram criados a partir da Ordem Priorado do Sião, instituída por Godofredo de Bulhões e amparada pelo papado, por recomendação de Bernardo de Cleivoux (S.Bernardo), não há atualmente uma Ordem Templária oficial.

Outras foram criadas como decorrência: A Ordem de Cristo em Portugal, a Ordem de Santiago e do Tosão de Ouro na Escócia, os Illuminati na Áustria e Alemanha e a Maçonaria na Inglaterra. Algumas dessas Ordens foram criadas secretamente e, por essa razão, há poucas evidências documentais que comprovem as relações entre elas e os Templários. Afinal, os Templários foram traídos pela Igreja e aparecer publicamente significava uma sentença de morte. De todas essas, a que sobreviveu e continua ativa é a Maçonaria. Muita gente contesta essa relação, inclusive Maçons. Porém, um livro de J.J. Robinson, de 1989 (publicado em português pela Ed. Madras em 2005) apresenta argumentos muito convincentes sobre os vínculos entre as duas Ordens.
Os graus superiores da Ordem Rosa Cruz tem o título de Illuminati, numa clara referência aos Templários.

Não há hoje como ser um autêntico Templário. Mas é possível participar de Ordens que ainda mantém relações com as tradições Templárias: Maçonaria e Ordem Rosa Cruz- AMORC.

Santa Inquisição ou Tribunal do Santo Ofício.

Inquisição (do latim Inquisitio Haereticæ Pravitatis Sanctum Officium) ou Tribunal da Inquisição, Santa Inquisição ou Tribunal do Santo Ofício (dentre outros nomes) é um termo que deriva do ato judicial de inquirir, o que se traduz e significa perguntar, averiguar, pesquisar, interrogar etc. A Inquisição foi um tribunal pseudo cristão utilizado para averiguar heresia, feitiçaria, bigamia, sodomia e apostasia.

O herege (a palavra "herege" significa aquele que escolhe, que professa doutrina contrária ao que foi definido pela Igreja como sendo matéria de fé) era entregue às autoridades do Estado (horrenda essa mistura entre ESTADO e RELIGIÃO, pois sempre existem mal intencionados) que o puniriam e os castigos variavam desde confisco de bens, perda de liberdade, pena de morte.

Também chamado "Tribunal do Santo Ofício", criado para combater as heresias cometidas pelos cristãos confessos, e por muçulmanos vindos do Oriente. Foi iniciada em Verona sob Papa Lúcio III no ano de 1184, inspirado em escritos de Santo Agostinho, fortaleceu-se sob o Papa Inocêncio III (1198-1216) e o Concílio de Latrão (1215), de 1231 a 1234. Gregório IX multiplicou pela Europa os Tribunais de Inquisição, presidido por inquisidores permanentes.

Todos os INQUISIDORES deveriam ser doutores em Teologia, Direito Canônico e também Direito Civil; deveriam ter no mínimo 40 anos de idade ao serem nomeados.A Inquisição não foi criada de uma só vez, nem procedeu do mesmo modo no decorrer dos séculos. Por isto distinguem-se:
1) A Inquisição Medieval, voltada contra as heresias cátara e valdense nos séculos XII e XIII e nos séculos XIV e XV;
2) A inquisição espanhola, instituída em 1478 por iniciativa dos reis Fernando e Isabel; visando principalmente aos judeus e muçulmanos, tornou-se poderoso instrumento do absolutismo dos monarcas espanhóis até o século XIX, a ponto de quase não poder ser considerada instituição eclesiástica
3) A Inquisição Romana (também dita "o Santo Oficio"), instituída em 1542 pelo papa Paulo III, em vista do surto do protestantismo.

Pêndulo ou Tortura do Peso

Justificavam suas ações alegando que o "cristianismo" era patrimônio da sociedade, à semelhança da pátria e da família.
Na época, diziam que a Inquisição era um progresso para melhor em relação ao antigo estado de coisas, em que as populações faziam justiça pelas próprias mãos. É de notar que nenhum dos santos medievais (nem mesmo Francisco de Assis, tido como símbolo da mansidão) levantou a voz contra a Inquisição, embora soubessem protestar contra o que lhes parecia destoante do ideal na Igreja.

Procedimentos da Inquisição


O AUTO-da-FÉ ou AUTO-de-FÉ - Assim era chamada a cerimônia de execução do réu que, não querendo renunciar a sua fé, e sendo esta contrária às doutrinas da igreja católica apostólica romana, esta crendo ter a autoridade de Deus para decidir entre a vida e a morte, se dava o direito de executar tal pessoa, não sem antes humilhá-la em público. No réu era colocado um traje branco com uma cruz vermelha virada para abaixo, e na sua cabeça um enorme chapéu com desenhos de demônios. Era feita uma procissão pela cidade até chegar na praça onde todo o povo era obrigado a assistir, sob pena de ser excomungado e, ali na frente da multidão sedenta de sangue, era armada a pira onde o réu recebia a sentença final, morrer no fogo. Executado o réu, suas cinzas eram esparzidas ou se morto no garrote espanhol, seu corpo era jogado numa vala comum.




MESA de ESTIRAMENTO, EVISCERAÇÃO OU ESQUARTEJAMENTO - O suplício do estiramento, ou alongamento longitudinal mediante tração. Desde a Idade Média até o final do século XVIII, esse e outros instrumentos para desmembramento constituíam apetrechos fundamentais em cada sala de tortura da Inquisição. A vítima era colocada deitada sobre um banco e tinha os pés fixados em dois anéis. Os braços eram puxados para trás e presos com uma corda acionada por uma alavanca. A partir desse momento, começava o estiramento, que imediatamente deslocava os ombros e as articulações do condenado, seguido pelo desmembramento da coluna vertebral e então pelo rompimento dos músculos, articulações, abdome e peito. Antes desses efeitos mortais, porém, o corpo do condenado se alongava até trinta centímetros. Enquanto o carrasco executava a tortura um padre convidava o réu para se retratar e aceitar a fé católica.


MÁSCARAS da INFÂMIA - No período de 1500 a 1600, essas máscaras de ferro se apresentavam de formas variadíssimas e muito fantasiosas. Eram utilizadas para punir de forma humilhante as pessoas que não aprovavam o governo, às mulheres "rebeldes" e os chamados "hereges", que inssistiam em obedecer a Bíblia como única regra de fé. Os condenados ficavam expostos em lugares públicos, bem visíveis. Além da tortura mental, as máscaras normalmente apertavam o nariz ou os olhos das vítimas para prolongar o sofrimento.


Ano de 1487 Dois monges dominicanos alemães, Jacob Sprenger e Heinrich Institoris publicam o "Malleus Malleficarum": um guia de caça às bruxas. Lá se pode aprender a identificá-las (ex. se uma mulher acariciar um gato preto e a centenas de metros alguém se sentir mal, etc), a torturá-las para as fazer confessar, e como os inquisidores podem se absolver mutuamente, depois duma sessão de tortura... A obra afirma também que negar a existência da feitiçaria é uma heresia muito grave, passível de morte na fogueira. Durante dois séculos e meio, na Alemanha, depois da publicação do Malleus Malleficarum, negar a bruxaria podia levar ao braseiro.Dizer que duvidava da existência das bruxas causava a excomunhão. O manual foi um "best-seller"... As infelizes vitimas confessavam coisas que hoje parecem uma mistura absurda de acusações sérias e tolas: encantar o gado para ele voar pelos ares, assassinar bebês, beijar o traseiro do demônio, voar em vassouras, carregar agua nas peneiras...

Um dos grandes genocidas da história humana foi o monge dominicano Tomás de Torquemada,(1420-1498), espanhol, padre dominicano, que em 1483 instituiu a Inquisição na Espanha."Celebrizou-se por seu fanatismo religioso e crueldade". De mãos dadas com os reis católicos, promoveu a expulsão dos judeus da Espanha por édito real de 31.03.1492, tendo estes o prazo reduzido de quatro meses para se retirarem do país sem levar dinheiro, ouro ou prata. É acusado de haver condenado à fogueira 10.220 pessoas, e cerca de 100.000 foram encarceradas, banidas ou perderam haveres e fazendas. Tudo em nome da honra de Jesus Cristo.

GAIOLA de SUSPENSÃO - Acessório em forma de gaiola, onde o condenado ficava apenas em uma posição, sem alimentos, pendurado por determinado tempo ou ao completo abandono até a morte dependendo de sua sentença.


Os inquisidores, monges dominicanos ou franciscanos, juntavam os habitantes locais nas igrejas. Eram convocados ali para confessar alguma heresia, caso fossem culpados dela, ou para denunciar quaisquer hereges que conhecessem. Mesmo se suspeitassem de que alguém era herege, deviam denunciar tal pessoa.

Qualquer um - homem, mulher, criança, ou escravo - podia acusar uma pessoa de heresia, sem receio de se ver confrontado com o acusado, ou de, mais tarde, sequer saber quem o havia denunciado. Os acusados raramente dispunham de alguém para os defender, visto que qualquer advogado ou testemunha em seu favor seria, ele próprio, acusado de ajudar e encobrir um herege. Assim, os acusados em geral se apresentavam sozinhos diante dos inquisidores, que eram, a um só tempo, promotores e juízes.Os acusados dispunham, no máximo, de um mês para confessarem e eram mantidos sob custódia, muitos em solitária, com pouca comida.

Uma vez que se presumia que os acusados eram culpados, antes mesmo de começar o julgamento, os inquisidores utilizavam quatro métodos para induzi-los a confessar sua heresia:
1º) A ameaça de morte na estaca.
2º) O confinamento em grilhões numa cela escura, úmida e reduzidíssima.
3º) Visitantes lhes aplicavam pressão psicológica.
4º) Por último, a tortura, que incluía o cavalete, a roldana, ou estrapada,
e a tortura pelo fogo. Os monges ficavam de lado, esperando qualquer confissão.


Iron maiden, A virgem de ferro ou virgem de Nuremberg - instrumento oco com o tamanho e a forma de uma mulher, dentro do qual as vítimas, uma de cada vez, eram colocadas.Facas eram arrumadas de tal maneira e sob tal pressão que o acusado recebia um abraço mortal. Cuidava-se de que regiões letais não fossem atingidas para proporcionar uma morte lenta.Os Inquisidores estavam presentes no martírio da vítima, e incitavam-na, piedosamente, a aceitar os ensinamentos da Igreja em cujo nome ela estava sendo tratada tão delicada e amorosamente.


A absolvição era praticamente impossível. As sentenças eram declaradas aos domingos, na igreja ou numa praça pública, na presença dos clérigos. Uma sentença leve seria de penitências. Todavia, estas incluíam o uso obrigatório de uma cruz amarela de feltro costurada nas roupas, o que tornava quase impossível a obtenção de emprego.Ou a sentença seria de açoites públicos, de prisão, ou de ser entregue às autoridades seculares para a morte na fogueira.
As penas mais duras eram acompanhadas do confisco dos bens da pessoa condenada, que eram divididos entre a Igreja e o Estado.
Pessoas mortas denunciadas como hereges, eram julgadas. Se considerados culpados, seus corpos eram exumados e queimados, e suas propriedades eram confiscadas.
Em 1252, o Papa Inocêncio IV publicou sua bula Ad exstirpanda, autorizando oficialmente o emprego da tortura nos tribunais eclesiásticos da Inquisição. Regulamentos adicionais sobre o modo de utilizar a tortura foram promulgados pelos Papas Alexandre IV, Urbano IV e Clemente IV.

De início, não se permitia que os inquisidores eclesiásticos estivessem presentes quando se aplicava a tortura, porém os Papas Alexandre IV e Urbano IV removeram tal restrição. Isto permitia que a "inquirição" prosseguisse na câmara de torturas. Similarmente, conforme a autorização original, a tortura só deveria ser aplicada uma vez, mas os inquisidores papais conseguiram contornar a situação por pretenderem que outras sessões de tortura eram simples "prosseguimento" da primeira sessão.

Em pouco tempo, até as testemunhas estavam sendo torturadas, para certificar-se de que tinham denunciado todos os hereges que conheciam. Às vezes, um acusado que se confessasse herege era torturado mesmo depois de confessar. Segundo explica a Enciclopédia Católica, isto visava "obrigá-lo a testemunhar contra seus amigos e comparsas". - Volume VIII, página 32.

Assim, o mecanismo inquisitorial foi acionado na primeira metade do século 13 EC, e usado durante vários séculos para esmagar qualquer pessoa que falasse, ou sequer pensasse, de modo diferente da Igreja Católica. Isso espalhou o terror por toda a Europa católica. Quando, perto do fim do século 15, a Inquisição começou a amainar na França e em outros países da Europa Ocidental e Central, ela reacendeu na Espanha.

Quando Felipe II da Espanha incluiu Portugal entre seus domínios, em 1580, reforçou por razões políticas o tribunal da Inquisição, e a perseguição às heresias também se intensificou. As denúncias sobre as infrações religiosas na colônia chegavam ininterruptamente aos ouvidos dos inquisidores, assim como as notícias sobre a riqueza dos colonos. Agentes inquisitoriais foram enviados para o Brasil, visitadores, comissários e familiares, para investigar, prender os suspeitos de heresias. Perante o visitador são apresentadas as mais variadas heresias, feitiçarias, bruxarias, sodomia, bigamia, blasfêmias, desacatos, e os crimes de religião: judaísmo, luteranismo.

Em "Acts of Inquisition, Philip Van Limborch, History of the Inquisition, cap. 08, temos a seguinte declaração conciliar: "Essa peste (a Bíblia) assumiu tal extensão, que algumas pessoas indicaram sacerdotes por si próprias, e mesmo alguns evangélicos que distorcem e destruíram a verdade do evangelho e fizeram um evangelho para seus próprios propósitos... (elas sabem que) a pregação e explanação da Bíblia é absolutamente proibida aos membros leigos"."DIREÇÕES CONCERNENTES AOS MÉTODOS ADEQUADOS A FORTIFICAR A IGREJA DE ROMA". Tal documento está arquivado na Biblioteca Imperial de Paris, fólio B, número 1088, vol. 2, págs 641 a 650.

Saibam que...
... eram crimes que fizeram o nazismo parecer brincadeira...
...A inquisição era responsável por julgar os supostos Hereges, enquanto cabia ao Estado executar a sentença. Dessa forma a Igreja lavava as mãos dos crimes que cometia.
...O Papa pediu perdão pelos erros humanos do Tribunal.
... grandes santos foram inquisidores, por exemplo, São Pedro Arbués. São Pio V que foi Papa e inquisidor, São Pedro de Verona, e santos como São Domingos, São Luis IX, Rei de França, e São Fernando III, Rei de Castela a protegeram.
...Para fazer parte do Tribunal do Santo Ofício, cujo objetivo era manter puro os dogmas da fé católica, um dos requisitos era provar que possuía sangue limpo, que na linguagem inquisitorial significava não descender de judeus. (Interessante, Jesus era judeu).
...A maior parte dos hereges brasileiros penitenciados no século XVII era da Bahia, então capital da colônia.
...Foi criado o Index (Index Librorum Prohibitorum), uma lista de livros proibidos. Cientistas, filósofos, Galileu Galilei, Nicolau Copérnico, Vítor Hugo, foram silenciados e perseguidos. Só apenas em 1966 a Igreja deixou de publicar o insano Índex. O Index também servia a propósitos políticos, sociais e dogmáticos. Afinal, uma sociedade sem cultura não crítica e não pergunta, apenas segue, o que servia tanto aos propósitos do Estado como da Igreja.
...As "Chagas do Senhor" - como os monges franciscanos e dominicanos classificavam as torturas - eram o meio de extrair "idéias perigosas" das mentes de quem, de alguma forma, contrariava as diretrizes da Igreja a partir do século 13.
...Tudo em nome de Deus. Dos insultos às guerras santas, aos crimes e aos absurdos apoiados por meias-verdades.
...Havia também, muito comum na inquisição portuguesa e na espanhola, a execução em efígie, onde era queimada a imagem do condenado, quando este fugia e não era encontrado.
...Ninguém foi penalizado julgado pelos os crimes que praticaram, nenhuma vitima ou descendente recebeu indenização.
...As ações do Santo Ofício provocaram a migração em massa de homens de negócios para as regiões mais livres do norte da Europa, trazendo êxodo de capitais e empobrecimento econômico aos países católicos.( entenderam um dos motivos do enriquecimento de certos países?
...Entre 1981 e a sua nomeação como Papa, em 2005, Ratzinger presidiu a Congregação para a Doutrina da Fé, antigo Santo Ofício da Inquisição. "
...Foram clérigos de origem inglesa e borgonhesa que condenaram, por meio da Santa Inquisição, a legendária Joana D'arc ao suplício da fogueira.
...Não existiu uma "inquisição protestante". Existiram perseguições, massacres, vilanias e atrocidades, mas não tinha esse nome.(torturas e execuções também)
...Antes da instituição oficial da Inquisição, as diferenças do pensar religioso eram resolvidas com o massacre entre os envolvidos; geralmente, populações inteiras se massacravam.
...Você poderia ser acusado pelos santos inquisidores por tomar banho, afinal quem tem a alma pura não precisa de banho. Por ser judeu, muçulmano, homossexual,cigano, por discordar da Igreja ou simplesmente por ser um gênio e descobrir coisas como o fato de a Terra girar ao redor do sol (motivo pelo qual Galileu fora condenado). Uma mulher com mamilos enrugados (hem!) era obviamente uma excelente prova de que ela amamentava o diabo. Era muito comum alguém denunciar um membro da familia ou um inimigo a fim de livrar-se dele.


...O filósofo, cientista e matemático italiano Galileu Galilei (1564-1642) permanece como o mais poderoso símbolo do conflito entre a religião e a ciência.
...A Inquisição foi extinta em 1821. Em seu lugar foi fundada a Congregação para a Doutrina da Fé.

A Inquisição não foi apenas instrumento da Igreja, mas do jogo político da época, praticada também em nome do Estado... Imaginem seis séculos de terror contra a população mundial. A história já nos deu bons exemplos que isso não combina. São lições a aprender, e não somente culpas a expiar no presente.É só olhar hoje em dia os Estados Islâmicos, ou mesmo o que aconteceu nas nações comunistas e até hoje na China atéia, onde quem pensa diferente (ou no caso do comunismo quem ousa manifestar sua religiosidade).

Alguns historiadores atribuem a culpa ao Estado, alegando que de fato a Igreja não participava das atrocidades. Outros atacam a mesma. Alguns tentam suavizar a culpa de ambos devido ao fato de a época ser, digamos, assim mesmo: violenta. Cometer loucuras, erros, maldades em nome da denominação ou Deus. Infelizmente, isso ainda existe. Os primeiros anos do Cristianismo eram de tolerância. Tanto é que foram escritas centenas de "evangelhos" diferentes. Cada um via a Cristo conforme seu entendimento e capacidade. Foi em nome da Unificação da igreja que aconteceram barbaridades.

Antero de Quental: "Com a Inquisição, um terror invisível paira sobre a sociedade: a hipocrisia torna-se um vício nacional e necessário: a delação é uma virtude religiosa; a expulsão dos judeus e dos mouros empobrece as duas nações (Espanha e Portugal), paralisa o comércio e a indústria e dá um golpe mortal na agricultura em todo o Sul da Espanha; a perseguição aos "cristãos novos" faz desaparecer os capitais; a Inquisição atravessa os mares e, tornando-nos hostis aos índios, impedindo a fusão dos conquistadores e dos conquistados, torna impossível o estabelecimento duma colonização sólida e duradoura; na América, despovoa as Antilhas, apavora as populações indígenas e faz do nome cristão um símbolo da morte; o terror religioso, finalmente, corrompe o caráter nacional e faz de duas nações generosas, hordas de fanáticos endurecidos, o horror da civilização."

Alguns livros sobre o assunto: Nova Enciclopédia Ilustrada Folha vol.1 pp 497 ;Fonte : História das Inquisições (Ed. Companhia das Letras),de HÉLIO DANIEL CORDEIRO."
Novinsky, Anita Waingort. Cristãos Novos na Bahia. Editora Perspectiva, São Paulo, SP.
The Guilt of Christianity Towards the Jewish People http://christianactionforisrael.org/antiholo/guilt.html
RIBONI, Enrico. A Página Negra do Cristianismo: 2000 Anos de Crimes, Terror e Repressão. Tradução de Cassy Beski.
Novinsky, Anita W. Inquisição – Prisioneiros do Brasil – Sec. XVI-XIX. Editora Expressão e Cultura.


Cadeira inquisitória - essas cadeiras continham até 1.600 pontas afiadas de ferro ou madeira, sobre as quais as vítimas, completamente nuas, se sentavam para serem interrogadas.
Às vezes, para aumentar o sofrimento do réu, o assento de ferro era aquecido.

Aos cristãos que raciocinam

Se você fosse preso por ser cristão, haveria provas suficientes para condená-lo?
... se vc está à procura de uma religião que o deixe confortável, definitivamente eu não lhe aconselharia o cristianismo... cuja essência e bem diferente do que se fala por ai...

Wesley: Fé e razão precisam andar de mãos dadas, fé demais é fanatismo e razão demais é incredulidade.

John Stott: A fé não é nem ingenuidade, nem credulidade. Ela nem é ilógica, nem é irracional. Pelo contrário, fé é uma confiança razoável. Ela se baseia no conhecimento: o conhecimento do nome de Deus. Sua racionalidade nasce da confiança do Deus em quem se está confiando. Confiar em Deus nunca pode deixar de ser razoável, pois ninguém há que seja mais digno de confiança do que Ele.

David Bosch: Aqueles que negligenciam os necessitados realmente não constituem, de maneira alguma, o povo de Deus, não importam quão freqüentes sejam seus rituais religiosos.

Napoleão Bonaparte: Eu estava fazendo uma revolução na força da guerra, mas lendo as páginas deste livro (a Bíblia) descobri que Cristo fez uma revolução muito maior do que eu, sem violência e destruição, fez a revolução do amor e da liberdade espiritual mediante o sangue da sua cruz.

Leonardo Boff: O poder corrompe; e o poder absoluto corrompe absolutamente.

Santo Agostinho: Pregue o Evangelho, e se necessário, use palavras...

Religião X comércio

Fabricado pela empresa Alfa Gold, do empresário Moisés Magalhães, da Igreja Universal do Reino de Deus, o refrigerante Leão de Judá é encontrado em três sabores: cola, guaraná e laranja. Na latinha, em vez de “Sempre Coca-Cola”, os dizeres “Feliz a Nação cujo Deus é o Senhor” são o destaque.
Esse refrigerante é pra combater o Mate Leão (com o Leão na embalagem) e o Guaraná Jesus (no target) ao mesmo tempo???
Sou cristã, e não sou ignorante.... E gosto de Coca-cola com gelo e limão. E nunca, nunca mesmo, vou tomar esse refrigerante. Detesto quando usam o nome de Deus, de Jesus como maneira de ganhar dinheiro.
Falta pouco para aparecer a cerveja de Jesus, o vinho de Jesus, a cachaça de Deus... espero não ter dado idéias, hem...

Padres bonitos e calendario





Muita gente não sabe, mas desde 2003 os padres do Vaticano são figuras carimbadas nas folhinhas anuais.
Apesar de toda badalação feminina, os editores, responsáveis pelo trabalho, afirmam que o intuito do calendário é levar mais informações aos turistas que visitam Roma.
Cada folhinha é vendida pela internet, telefone e em algumas bancas de jornais e traz, no verso de cada foto, algumas notícias sobre o Vaticano e dados sobre o passado e o presente.
Lógico que vender folhinha de padre bonito rende mais que de santo velho... mas que meninada bonita... agora a peregrinação a Roma aumenta...

Madre Tereza

Muitas vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas. Perdoe-as assim mesmo.
Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta, interesseiro. Seja gentil assim mesmo.
Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros. Vença assim mesmo.
Se você é honesto e franco, as pessoas podem engana-lo.Seja honesto assim mesmo.
O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra. Construa assim mesmo.
Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja. Seja feliz assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante. Dê o melhor de você assim mesmo.
Veja que no fim das contas é entre você e Deus.
Nunca foi entre você e as outras pessoas.
***
"Ontem foi embora. Amanhã ainda não veio. Temos somente hoje, comecemos."

"Qualquer ato de amor, por menor que seja, é um trabalho pela paz."

"Nunca compreenderemos o quanto um simples sorriso pode fazer."

Madre Tereza de Calcutá
Ganxhe Bojaxhiu nasceu em 26 de agosto de 1910, na cidede Skopie, capital da Macedônia, em uma família católica, sua mãe, Drana, era uma pessoa de intensa religiosidade. Aos 12 anos Ganxhe despertou para sua vocação religiosa.
Seu pai lutava contra os contra os conflitos étnicos, e sua paixão política o levou a própria morte no ano de 1919. Após a sua morte muitos problema ocorreram com a família de Ganxhe, problemas com sócio da família, fez com que a mãe de Ganxhe assumisse os gastos da família.
A família vivia próxima a paróquia do Sagrado Coração e logo a mãe de Ganxhe percebeu seu gosto pelos ofícios religiosos, logo o pároco Frnajo Jambrekovic, incentivou Ganxhe a leitura de histórias missionárias.
"Não Tinha completado ainda 12 anos, quando senti o desejo de ser missionária", contou mais tarde Madre Teresa.
Ainda criança, Ganxhe entrou para a congregação Mariana das Filhas de Maria, e ajudava os pobres em sua própria casa.
Em 1929, após 37 dias de viagem pelo mar, Ganxhe chega em Begala, depopis viajou a Calcutè e finalmente chegou em Dajeerling, onde no seminário da Ordem estudou e em 24 de maio de 1931, escolheu o nome deTeresa, inspirada por TeresaAvila.
"Querida mamãe, gostaria muito de estar contigo, Age e Lázaro, mas devo dizer que tua pequena Ganxhe é feliz... Esta é uma vida nova. Sou professora e gosto do trabalho. Todos aqui nos amamos muito", escreveu a sua mãe Drana, a quem nunca mais voltou a ver desde que se mudou de Skope, em 1928.
Começou a se dedicar a um grupo de irmãs indianas de Bengala, que seguiam as regras jesuíticas, eram as Filhas de Santa Ana, elas inspiraram Teresa em seu projeto de vida missionária...
O momento crucial para a sua vida que a convertia em Madre Teresa de Calcutá, deu-se de improviso. Ela mesma nos conta: "Ocorreu em 10 de setembro de 1946, durante a viagem de trem que me levava ao convento de Darjeeling para fazer os exercícios espirituais. Enquanto rezava em silêncio a nosso Senhor, adverti um chamado dentro do chamado. A mensagem era muito clara: devia deixar o convento de Loreto (em Calcutá) e entregar-me ao serviço dos pobres, vivendo entre eles". Logo iniciou sua vida como:Madre Teresa de Calcutá.
Recebeu a permissão da Santa Sede para levar os moribundos das ruas para um lar onde eles pudessem morrer em paz e dignidade, também abriu um orfanato. Em 1950 fundou uma congregação religiosa, e as irmãs de caridade são mais de 4.000, espalhadas por 95 países, e todas as nações permitiram seus trabalhos.

O Papa João Paulo II confiou às religiosas deMadre Teresaa casa "Dom de Maria" aberta no Vaticano, ao lado do Palácio do Santo Ofício, para assistir aos mais pobres e aos moribundos da Itália. Em 1979Madre Teresa recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho.
Ela faleceu na Sexta-feira 5 de setembro de 1997 vítima de uma parada cardíaca. Milhares de pessoas de todo o mundo se congregaram formando várias filas na Igreja de Santo Tomás para despedir-se...
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Uma das mulheres mais admiradas, inclusive por mim, não tinha medo de expor suas opiniões, indo muitas vezes na contramão da Igreja Católica Romana:
“Podemos nos tornar um Hindu melhor, um Muçulmano melhor, um Católico melhor” (Madre Tereza deCalcutá, Her People and Her Work, by Desmond Doig)...

...acreditava (e ensinava) que todos os homens são filhos de Deus. Uma de suas mais célebres frases é esta, quando se referia a todos os portadores da AIDS: "São filhos de Deus e foram criados para coisas maiores". (The Christian News, Jan. 13, 1986, p. 10).

Em um discurso nas Nações Unidas, em outubro de 1985, ela afirmou: "Nós nos reunimos para agradecer a Deus pelos 40 anosde belo trabalho das Nações Unidas pelo bem das pessoas. Nenhuma cor, nenhuma religião deve nos separar, somos todos filhos de Deus".

"Quando se comete um aborto, destruindo uma criança que ainda não nasceu, estamos destruindo Deus." (Christian News, Nov. 11, 1985, p. 17). Nada mais de acordo com os ensinamentos do Movimento Nova Era (New Age Movement) o qual afirma que: "Tudo é Deus, o universo é Deus, o homem é Deus", ensino emprestado do Hinduísmo: "Atman é Brahman"

Uma vez, referindo-se às atividade de sua congregação na América Latina, MadreTeresa contava que “minhas freiras, dada a escassez de sacerdotes, pregam, dirigem a oração, dão a comunhão. A única coisa que não fazem é dizer a missa. Inclusive confessam se bem que não podem dar a absolvição”.

"Quando encontramos Deus face a face e O recebemos em nossa vida, seremos melhores hindus, melhores católicos, melhores o que quer que sejamos, pois devemos aceitar a Deus da forma como Ele existe em nossa imaginação”." (D. Doig, MutterTeresa , p. 156.)

"devemos aceitar a Deus da forma como Ele existe em nossa imaginação”


Ela não era uma simples religiosa, era uma humanista extrapolando o limite da Igreja Católica e transformando-se num símbolo universal... completamente racional e ecumênica...

 

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